Direcção Nacional do ComércioDirecção Nacional do Comércio Interno - Uma Nova Era do Comércio em Angola
8 de Julho de 2002 a 8 de Julho de 2006 - 4º ANIVERSÁRIO DO WEBSITE!

NOVIDADES: IMPRENSA: DISCURSOS
anterior início imprimir enviar link


Discurso do Sr. Ministro do Comércio, Vitorino Domingos Hossi nas 1ªs Jornadas Técnico-Científicas Sobre o Comércio em Angola - 03 de Junho de 2002

Excelências
Distintas participações
Minhas senhoras e meus senhores

Ao realizarmos as 1ªas jornadas técnico-científicas sobre o comércio, sinto-me honrado por ter o grato prazer de poder dirigir algumas palavras a todos os presentes, aos quais desejo boas vindas e de quem se espero participação activa nos nossos debates e que, com o seu saber e experiência profundos analisem connosco os futuros caminhos da actividade Comercial, tendo como escopo fundamental o desenvolvimento económico e social do nosso país.

Repensar o comércio, a actividade comercial e estruturá-lo como instrumento efectivo de desenvolvimento é o móbil principal da organização das nossas 1ª jornadas Técnico-Científicas. É uma ideia ambiciosa e cheia de desafios mas, necessária e útil como pedra de toque para um correcto posicionamento daquilo que é e deve ser o nosso trabalho e o sector do comércio:

Primeiro e em razão de objectivos gerais, há a urgência e necessidade de troca de conhecimentos técnico-científicos e de despertar todos os segmentos da sociedade sobre a importância do comércio no desenvolvimento económico e social de Angola.

Segundo e em razão de objectivos específicos, preocupamo-nos pela:

  • Definição das linhas de orientação e materialização de serviços mercantis aprovado pelo governo;
  • Identificação das prioridades para a formulação de programa de curto, médio e longo prazos sobre o comércio, tendo em linha de conta o programa económico e social do governo;
  • A sensibilização e mobilização dos diferentes grupos de interesse nacional para a problemática do comércio, visando a sua participação activa.

As nossas jornadas têm lugar num momento particularmente novo. Sem os constrangimentos da guerra; num clima diferente; de paz e que, à partida, propícia maior liberdade e acção a todos os cidadãos. Em 1º lugar, pela livre circulação de pessoas e bens, o que garante, desde logo, maior dinâmica à actividade comercial e, por permitir maior o intercâmbio entre as províncias, o meio urbano e o meio rural, libertando energias ontem adormecidas e também, por pôr em contacto os sectores produtivos, possibilitando consequentemente, que se efective uma correcta distribuição de bens e serviços a nível nacional.

Gostaria de deixar, como nota de abertura destas jornadas, um alerta simples: a necessidade de termos sempre presente que o grau de complexidade organizacional e operacional que enforma a actividade comercial, além de permanentemente evolutivo e dinâmico é de tal maneira profundo que não se restringe ao mero conceito de troca de produtos ou bens. Há uma imensa e grande interacção entre a actividade comercial e a actividade económica no seu todo, pela necessidade de estabelecimento e consolidação de sinergias entre os sectores do comércio, o produtivo, o económico-financeiro e o empresarial.

Estamos em tempo novo e numa clara opção - em tradição - para a economia do mercado num quadro que queremos solidamente democrático. E o comércio também teve e tem que se adaptar aos novos tempos. E mais que a opção política, plenamente assumida, temos que estar atentos à pressão do mercado e das necessidades. É nesse quadro que a actividade comercial, o comerciante e todos os operadores económicos têm de evoluir, adaptando-se a novos procedimentos, a novos métodos e criar um quadro mental novo. Pois, passamos todos a estar sujeitos a novas e diferentes necessidades e exigência verificando-se uma maior importância do factor serviço, da qualidade e da profissionalização. Por outro lado, se criadas as necessárias condições de produção e distribuição, teremos que ter em conta que a oferta tornar-se-á superior à procura; o fabricante, começará ou deverá produzir na óptica do mercado. E o comerciante, privilegiará mais a rotação e menos as margens. Tudo isto, para o comerciante ter assumido um papel activo e determinante.

Creio, sinceramente, que os vários temas a debater nestes dois dias poderão contribuir significativamente para a identificação dos melhores caminhos para o exercício da actividade comercial. E acredito que em conjunto poderemos fazer do Comércio um verdadeiro instrumento de desenvolvimento.

Declaro abertas as 1ªs Jornadas Técnico-Cientifícas sobre o Comércio.

Muito obrigado.

Luanda, aos 03 de Junho de 2002.
VITORINO DOMINGOS HOSSI

anterior topo início imprimir enviar link

Início | Apresentação | Novidades | Legislação | ABC Comercial | Formulários | Curiosidades | Sites | CODEX ALIMENTARIUS | Práticas Comerciais
© 2005 DNCI - Direcção Nacional do Comércio Interno | Largo 4 de Fevereiro, 7 - 3º | Palácio de Vidro
Caixa Postal 1337/8 | LUANDA - ANGOLA
Email: minco.dnci.gc@netangola.com | T: 00 244 222 310 658 . 00 244 222 310 273 Fax: 00 244 222 310 658 . 00 244 222 310 658
Desenvolvido por Netmais